Mostrando postagens com marcador atenção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador atenção. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Vai faltar bandeira



Por Jânsen Leiros Jr.


5 Vós, servos, obedecei a vossos senhores segundo a carne, com temor e tremor, na sinceridade de vosso coração, como a Cristo, 6 não servindo somente à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus, 7 servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens. 8 Sabendo que cada um, seja escravo, seja livre, receberá do Senhor todo bem que fizer.
Efésios 6:5-8 - JFA


22 Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo somente à vista como para agradar aos homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. 23 E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens, 24 sabendo que do Senhor recebereis como recompensa a herança; servi a Cristo, o Senhor. 25 Pois quem faz injustiça receberá a paga da injustiça que fez; e não há acepção de pessoas.
Colossenses 3:22-25 - JFA


9 Mas evita questões tolas, genealogias, contendas e debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs. 10 Ao homem faccioso, depois da primeira e segunda admoestação, evita-o, 11 sabendo que esse tal está pervertido, e vive pecando, e já por si mesmo está condenado.
Tito 3:9-11 - JFA


13 Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom procedimento as suas obras em mansidão de sabedoria. 14 Mas, se tendes amargo ciúme e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. 15 Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. 16 Porque onde há ciúme e sentimento faccioso, aí há confusão e toda obra má. 17 Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. 18 Ora, o fruto da justiça semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz..
Tiago 3:13-18 - JFA

As redes sociais continuam cumprindo um papel importantíssimo na sociedade, principalmente o de lançar na nossa cara a realidade de que continuamos lutando pelo que menos importa, fazendo de coisas menores e sem importância, bandeiras que hasteamos em nome de predileções pessoais, como se estivessem eivadas do que é certo, em contraste de bandeiras outras, defendidas por outros, que reputamos arrogantemente como erradas, ou na melhor das hipóteses impróprias. Um comportamento faccioso de origem; um outro lado de uma mesma moeda.

Falo da disputa insana e descabida de qual dos fatos deve obter maior consternação e solidariedade na mídia; o desastre de Mariana-MG, ou os atentados terroristas de Paris. Em uma corrida frenética e desmedida, diversas pessoas através de suas páginas nas redes sociais, disputaram a preferência de seus amigos e seguidores, crendo que a tragédia que defendiam, merecia chocar mais, condoer mais, trazer maior e mais amargo sofrimento que o outro, desfilando um corolário de motivos relacionados às pressas, mas sustentados em pura opção pessoal e simpatia.

Sim, por simpatia reafirmo. Porque qualquer pessoa minimamente isenta, percebe que tanto um fato quanto o outro, merece toda a atenção, preocupação, e reflexão de nossa parte. Por circunstâncias e razões diferentes, é verdade, mas impulsionadas por um mesmo motor; a temerária intervenção humana na causa, na execução e no desfecho de ambos.

Se por um lado o descaso, a falha de monitoramento ou de operação, provocou o desastre em Mariana-MG, por outro a intolerância religiosa de extremistas radicais, provocou uma das mais sanguinárias matanças urbanas dos últimos anos. Ora, tanto um fato quanto o outro originou-se da atitude humana, um pelo espírito sabotador, e o outro pelo espírito faccioso. Nos aprofundaremos nesses dois aspectos nas reflexões seguintes.

Temos diante de nós dois grandes dramas, cujas causas precisam ser efetivamente combatidas, e suas consequências dirimidas para o bem do futuro do planeta e das futuras gerações. Sim, porque do contrário, viveremos sobressaltados e inseguros, com medo das circunstâncias mais simples, e de momentos o mais improváveis para uma terrível e amarga experiência de risco de morte. Ou quem poderia imaginar que um rio de lama invadiria casas, ruas e cidades inteiras, matando pessoas, fauna e boa parte da flora das regiões por onde passou? E quem poderia imaginar que a consagrada noite parisiense, pudesse reservar momentos de pânico, terror e morte? Sempre nos chocamos diante do improvável, e nos indignamos perante o inaceitável. Ainda bem que é assim.

Ora, se toda vez que um drama se abater sobre uma região, cidade ou país, disputarmos qual delas necessita de maior visibilidade, solidariedade e consternação, estaremos nos concentrando no que menos importa; qual deles tem maior importância? Desse jeito faltará espaço para tantas bandeiras nas fotos de perfil. É preciso dar atenção ao socorro, à reconstrução da normalidade, e principalmente ao que possa impedir, em futuro próximo, que fatos como esses voltem a se repetir.


Mariana ou Paris, tanto faz. Nem uma nem outra, ou na verdade as duas. Tanto uma tragédia quanto a outra precisa receber de nós toda a atenção, empenho e solidariedade. As soluções variam, os planejadores divergem, mas em comum precisa existir a verdadeira e permanente vontade de ajudar além do que é possível, contribuindo no espaço de mundo à volta de cada um de nós, com atitudes que inspirem mudança de comportamento, tanto do sabotador, quanto do faccioso. Para que nem o descaso e nem o radicalismo sigam história a fora, fazendo vítimas e causando tristeza sobre tristeza, naqueles que com tantas dificuldades tentam encaminhar suas vidas cotidianas; as pessoas comuns.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

=> Ninguém é forte sozinho





14 Sabemos que a lei é divina; mas eu sou humano e fraco e fui vendido ao pecado para ser seu escravo. 15 Eu não entendo o que faço, pois não faço o que gostaria de fazer. Pelo contrário, faço justamente aquilo que odeio. 16 Se faço o que não quero, isso prova que reconheço que a lei diz o que é certo. 17 E isso mostra que, de fato, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz. 18 Pois eu sei que aquilo que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, mesmo tendo dentro de mim a vontade de fazer o bem, eu não consigo fazê-lo. 19 Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço. 20 Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz.
21 Assim eu sei que o que acontece comigo é isto: quando quero fazer o que é bom, só consigo fazer o que é mau. 22 Dentro de mim eu sei que gosto da lei de Deus. 23 Mas vejo uma lei diferente agindo naquilo que faço, uma lei que luta contra aquela que a minha mente aprova. Ela me torna prisioneiro da lei do pecado que age no meu corpo. 24 Como sou infeliz! Quem me livrará deste corpo que me leva para a morte? 25 Que Deus seja louvado, pois ele fará isso por meio do nosso Senhor Jesus Cristo!
Portanto, esta é a minha situação: no meu pensamento eu sirvo à lei de Deus, mas na prática sirvo à lei do pecado.”
                      Romanos 7:14-25 - NTLH


Reconhecer as próprias fraquezas e se entender incapaz de ser exatamente aquilo que se projeta de si mesmo, é um dos mais árduos e difíceis exercícios da alma. E isso não é novo.

Desde os primórdios da humanidade, narra a Bíblia, o ser humano teve dificuldade de dominar os próprios instintos e impulsos naturais que lhe acometem diariamente, nas mais variadas circunstâncias. Impulsos esses que nascem de diversas combinações de sensações e oportunidades, como narrado no primeiro assassinato da história bíblica.


“Agradou-se o Senhor de Abel e de sua oferta; 5ao passo que de Caim e de sua oferta não se agradou. Irou-se, pois, sobremaneira, Caim, e descaiu-lhe o semblante. Então, lhe disse o Senhor: Por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo”
                      Gênesis 4:4b-7 - RA


Como sabemos Caim não resistiu ao impulso de eliminar seu irmão, e tomado por profunda inveja e mágoa o matou impiedosamente. Mas notem que Deus antes lhe estimula a fazer o que seria correto, dando conforto e alternativa para não sucumbir ao impulso; “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?”. Caim poderia ter recuperado sua condição, e feito o que Deus lhe havia sugerido. Mas certamente considerou ser mais proveitoso saciar sua sede de vingança por ter sido preterido. Sua inclinação para o mal, portanto, o impediu de fazer o bem.

Alguém poderia então levantar contradição, argumentando que essa condição natural de inclinação para o que é mal nos torna inimputáveis, quando de uma atitude errada, ou dando nome aos bois, quando do pecado. Isso, porém, não procede. No mesmo texto acima, Deus lança a responsabilidade nas mãos de Caim; “Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.”. Em outro texto, Paulo também nos apresenta tal responsabilidade afirmando que não somos tentados além de nossas forças, tendo sempre como escapar.


“Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia. Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.”
                      1 Coríntios 10:12-13 - RA


Assim, ainda que tenhamos, pelo mal que em nós habita, uma inclinação natural para o mal, isso não nos faz inocentes diante do erro, uma vez que sempre podemos optar pelo que é certo. Mas sabemos que na prática cotidiana, vivemos assumindo as inclinações naturais e errando. Por isso somos dependentes do amor e da misericórdia de Deus, manifesta em Cristo e operada em nós pelo seu Espírito, pois somos incapazes de nos mantermos sempre corretos diante da inclinação natural para o pecado.


“Bem-Aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam. Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte.”
                      Tiago 1:12-15 - RA


Somos dependentes de Deus, e não querendo ser igual a Deus, precisamos reconhecer essa dependência intimamente. Pois é quebrando em nosso íntimo a arrogância de que somos fortes para vivermos de maneira correta, que iniciamos a caminhada difícil, mas gloriosa, de crescermos na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Não estamos num campeonato em que jogamos sozinhos pela vitória. Não estamos em uma disputa em que precisemos provar alguma coisa a alguém. Nem mesmo para Deus; Ele já nos conhece. Nós é que, reconhecendo-nos dependentes de sua companhia, precisamos nos exercitar nesse hábito diário de caminhar ao seu lado, mantendo essa relação sempre presente e operante em nós. Quer pela oração, quer pela meditação em sua Palavra; melhor que seja por ambas

Que Deus nos ensine continuamente a viver essa comunhão.





sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

=> O preguiçoso, o diligente e La Fontaine



6 Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. 7 Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, 8 no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento. 9 Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? 10 Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, 11 assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado.”
                   Provérbios 6:6-11 - RA


“Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria”
                  Provérbios 14:23 - RA

Atribuída a Esopo e recontada por Jean de La Fontaine, a fábula A Formiga e A Cigarra esteve presente na infância da maioria de nós, e creio que na minha geração não houve quem não a tivesse conhecido. Contando a desventura da cigarra que por preguiça preferia cantar, enquanto a determinada formiga ajuntava mantimentos para o inverno, por décadas fomos ensinados que quem muito trabalha sempre tem de onde tirar seu sustento.

Já nos tempos modernos e no contexto de corrupção que vivemos em nosso país, o que se desenvolveu nas últimas décadas no imaginário coletivo, foi a idéia de que quem trabalha não tem tempo para ganhar dinheiro, fazendo alusão às oportunidades e idéias (ou paradas) que surgem apenas durante ou em meio a um ambiente de ócio e diversão. Quem trabalha está concentrado em realizar suas tarefas e quase sempre trabalhando para terceiros. É preciso tempo para pensar em como se dar bem. Pois afinal trocamos o sustento e a prosperidade, pelo consumo e propriedade, na escala imaginária que define o conceito sucesso.

Assim a formiga se tornou uma verdadeira operária de visão curta, sem ambição na vida, sem interesse de crescer profissionalmente. Alguém que se ocupa única e exclusivamente com o cotidiano, sem visão lúdica da vida. Uma pessoa totalmente pragmática, incapaz de ser uma visionária, pois no labor extenuante se consomem seus dias.

Já a cigarra tem competências implícitas em seu comportamento. Voltada às artes deve ser sensível, capaz de interpretar comportamentos e atitudes. Deve ser estrategista, pois com olhar mais ampliado, não se ocupa no que é imediato, mas pensa mais longe. Segura, canta com a tranqüilidade de quem se garante e que domina a arte de solucionar problemas quando colocada sobre pressão. E como tem cigarras sendo escolhidas em processos seletivos e ocupando funções em diversas empresas pelo mundo, e em especial no Brasil.

O que muito se confunde, porém, é que trabalho não é apenas o que realizamos durante um período de expediente. Trabalho é o que fazemos quando aplicamos diligentemente nossas competências quando somos demandados, seja para o aqui e agora, seja para o ali e além. Agir diligentemente é aplicarmos empenho e concentração na realização de uma tarefa, atendendo à demanda com integridade e cuidado, para que o melhor resultado seja alcançado e uma necessidade seja satisfeita.

O preguiçoso procrastina. Adia sempre e se desculpa na falsa idéia de que planeja melhor antes de agir. Adia e se ocupa vagamente de tarefas outras que não são prioridades ou não lhe requerem qualquer esforço maior ou verdadeiro, embora faça desse feito, a razão de sua vida, pelo menos até que o impulso de realizar a tarefa primordial passe. A cigarra devaneia sempre.

E é se achando espertas e sagazes, que as cigarras que vivem nos diversos departamentos e empresas pelo país, passam seus dias de improdutividade efetiva. Perguntadas sempre têm prontas uma lista de muitas coisas feitas e a fazer. Mas na verdade, empurram um dia sobre o outro, pilhando-se de pendências e adiamentos sem fim. As cigarras sempre se poupam para uma tarefa que jamais realizam.

Enquanto isso as formigas continuam agindo e realizando. Não param. Sempre ocupadas, são chamadas rotuladas de pessoas de difícil relacionamento, não se dão aos chopps com os colegas. Indisponíveis para qualquer outra coisa que não a realização de suas funções; anti-sociais essas formigas.

É claro que Salomão quando escreve em Provérbios e em Eclesiastes, não tem como pano de fundo a realidade nas empresas de hoje. Ele fala de sua observação da sociedade em que quase todos trabalham num regime de subsistência, plantando e colhendo, cuidando e criando para o sustento seu e de suas numerosas famílias. Nesse contexto, os preguiçosos não tinham muito onde se esconder. Sua inatividade levava a imediata penúria e pobreza, pois nada teria para alimentar a si próprio e aos seus. As estações marcavam o tempo de semear, de arar a terra, de ceifar a colheita. As condições climáticas definiam a qualidade do pasto e obrigavam o manejo das criações para essa ou para aquela região, em busca de um alimento que mantivesse os rebanhos ávidos a fornecerem suas iguarias satisfatoriamente. Tudo isso exigia não só trabalho, mas empenho, acuidade... Diligência!

Digno é o trabalhador do seu salário (1 Timóteo 5:18). A remuneração pelo trabalho que se realiza conforme contrato entre empregado e empregador, é a recompensa que aquele recebe por atender ao que é solicitado por esse. Mas há trabalhador que receberá maior recompensa por sua diligência, esmero e produtividade. Porque a dedicação e o empenho sempre serão recompensados. Seja de que forma for, seja quando for, por quem quer que seja.

Obviamente não estamos falando aqui do trabalhador que cumpre sua jornada como quem caminha para a guilhotina. Imaginem a formiga passando e vendo a cigarra cantarolando feliz e dizendo para si mesma: - Assim é fácil, só cantando, aí sem fazer nada e eu aqui dando o maior duro, suando a camisa do patrão... Já imaginou?! Que formiga rancorosa, chata, irritante e implicante! O trabalhador diligente realiza com prazer suas funções e se realiza nisso. Tem prazer numa tarefa completada e se enche de satisfação ao encerrar mais um dia de trabalho. A formiga resmungona, não passa de uma cigarra covarde, que não teve coragem de trocar as ferramentas pela viola. Foi vencida pela imposição da vida, mas odeia o que faz. Também não faltam cigarras disfarçadas de formigas nas empresas. Não é sem motivo que Paulo adverte:


“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.”
                  Colossenses 3:23-25 - RA

O trabalhador diligente, portanto, trabalha com alegria e dedicação, e ainda que não seja reconhecido por seus patrões, tem sua recompensa dada por Deus, que é quem pode conceder as riquezas mais adequadas, conforme a necessidade daquele que se dedica, por sua bondade e graça.

Assim, o preguiçoso não terá do que se gabar. A cigarra não terá o que cantar. Quando pensar em se desculpar, dizendo de que adianta trabalhar porque ninguém dá valor, perceberá que o reconhecimento que se busca nem sempre é o que se vê. Mas sua preguiça e devaneio invariavelmente o levarão a penúria. E o seu desleixo e descaso, jamais o sustentarão minimamente.

Que Deus nos abençoe para servir a quem quer que seja com dedicação e diligência.



Powered By Blogger